Dr. Diogo MilioliCirurgia do aparelho digestivo Agendar

Dr. Diogo Milioli · Cirurgião do aparelho digestivo em Anápolis, Goiás

A cirurgia é um dia. O cuidado é o caminho inteiro.

Da pedra na vesícula e da hérnia ao câncer do aparelho digestivo, cuido da sua saúde antes, durante e depois da operação. O objetivo é você voltar a comer, dormir, trabalhar e viver melhor.

  • CRM-GO 22254 · RQE 16540
  • Coordenador da cirurgia oncológica do Hospital Evangélico Goiano
  • Teleconsulta para todo o Brasil
Dr. Diogo Milioli, cirurgião do aparelho digestivo em Anápolis, sorrindo
Dr. Diogo MilioliCirurgião do aparelho digestivo · CRM-GO 22254 · RQE 16540
12 anosde formado em medicina
+1.500cirurgias realizadas
+500cirurgias para câncer do aparelho digestivo
5,0 ★nota no Google, dada pelos pacientes

Por onde começar

Qual é o seu momento?

Escolha o que mais se parece com a sua situação. A mensagem para o WhatsApp já vai pronta, é só completar e enviar.

Tenho um sintoma e não sei o que é

Dor na barriga, azia, sangue nas fezes, perda de peso. Começamos investigando com calma.

Quero investigar
Consulta em até 5 dias úteis

Tenho pedra na vesícula, hérnia ou refluxo

Avalio se a cirurgia é o melhor caminho. Quando é, na maioria das vezes ela é feita por vídeo.

Agendar avaliação
Consulta em até 3 dias úteis

Recebi um diagnóstico ou suspeita de câncer

Reviso os exames, explico a doença e monto o plano com o seu oncologista.

Agendar com prioridade

Tenho cirurgia indicada e quero uma segunda opinião

Reviso o caso, explico as alternativas e você decide com segurança.

Pedir segunda opinião

Já operei e preciso de acompanhamento

Recuperação, sintomas, alimentação e seguimento organizados em um plano.

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Estou buscando ajuda para um familiar

Você pode falar por ele. A família entende o plano e sabe com quem falar.

Falar pela família

Quem já foi cuidado

O que dizem os pacientes.

Nota 5,0 no GoogleVer todas no Google

“Tive uma experiência de doença, cirurgia e êxito com Dr Diogo. O conheci em angústia, momento extremamente difícil; me tratou como profissional extremamente competente e confiável; como um ser humano único, com gentileza, franqueza e com muito compromisso.”
J. L. R., paciente
“Sua competência como gastro e cirurgião é notável, e o cuidado e a atenção dedicados aos pacientes fazem toda a diferença. Ele demonstra um profissionalismo exemplar, combinando conhecimento técnico com uma abordagem humana e empática.”
J. L., paciente
“Extremamente atencioso, educado, com enorme conhecimento e experiência profissional. Transmite segurança e tranquilidade ao paciente.”
A. L. M., paciente

O que eu trato

Do problema mais comum ao caso mais complexo.

Cuido de doenças do aparelho digestivo de todos os tipos, das mais frequentes ao câncer. O jeito de cuidar é o mesmo: avaliar com calma, operar quando é o melhor caminho e acompanhar você depois.

Doenças do aparelho digestivo

Problemas que tiram a qualidade de vida

A maioria das cirurgias é feita por videolaparoscopia, com cortes pequenos, menos dor e volta mais rápida à rotina.

Câncer do aparelho digestivo

Tumores que pedem um plano completo

Com pré-habilitação, equipe multiprofissional, conversa com o oncologista e seguimento por anos.

Por que gerenciar a saúde

Na sua história, a operação ocupa poucas horas.

O resultado depende de como você chega a ela e de como é acompanhado depois. Por isso eu não cuido só da cirurgia. Cuido do caminho todo, com um plano único e alguém que responde por ele.

Esta faixa estreita é o dia da cirurgia.

O caminho

Cinco etapas, um mesmo médico ao seu lado.

Cada etapa tem um papel no resultado final. Toque em cada uma para ver o que acontece nela, por que ela importa e o que você ganha.

Dr. Diogo Milioli, gastrocirurgião, de jaleco no consultório em Anápolis

Do diagnóstico à decisão

Tudo começa com uma consulta presencial, sem pressa. Ouço a sua história, faço o exame físico completo e reviso cada exame que você já trouxe. Com isso, peço o que ainda falta para entender a doença por inteiro: exames de sangue e exames de imagem, como tomografia, ressonância, endoscopia ou colonoscopia, conforme o caso.

Por que importa

Um plano bom depende de um diagnóstico completo. Saber o tamanho e a extensão da doença, e como está o seu organismo, define se a cirurgia é o melhor caminho, quando ela deve acontecer e o que precisa vir antes.

O que você ganhaClareza para decidir, sem pressa e sem decidir sozinho.

Nesta etapa

  • Consulta presencial com exame físico completo.
  • Pedido dos exames laboratoriais e de imagem necessários para o estadiamento.
  • Explicação da doença e das opções de tratamento em palavras simples.
  • Início do acompanhamento com a equipe multiprofissional: nutrição, fisioterapia e psicologia, quando indicado.
  • Conversa com o oncologista e com quem já acompanha você, para todos seguirem o mesmo plano.

A ponte entre os especialistas

Ninguém cuida sozinho.

As doenças do aparelho digestivo, e principalmente o câncer, costumam envolver várias especialidades. Meu papel é manter todas na mesma direção, para você não precisar ser o mensageiro entre os médicos.

Você continua com os profissionais que já confia. Eu converso com eles, organizo as decisões e garanto que o plano faça sentido como um todo.

Dr. Diogo Milioli, cirurgião do aparelho digestivo, no consultório
Seu plano de cuidadoCoordenado pelo Dr. Diogo Milioli
Oncologia clínicaQuimioterapia e imunoterapia
RadioterapiaQuando faz parte do tratamento
GastroenterologiaEndoscopia e diagnóstico
NutriçãoAntes e depois da cirurgia
Cuidados paliativosControle da dor e dos sintomas com a Dra. Lídia Milioli
Fisioterapia e psicologiaForça, fôlego e apoio emocional

Antes de decidir

O que todo paciente pensa antes de marcar a consulta.

São dúvidas justas. Estas são as respostas que eu dou no consultório.

“Tenho medo de operar.”

O medo é natural, e é tratado como parte do cuidado. Antes da cirurgia você entende cada passo, prepara o corpo na pré-habilitação e sabe o que vai sentir. Sempre que é possível e seguro, a cirurgia é por vídeo, com cortes pequenos, e a dor é controlada desde o primeiro momento.

Pré-habilitação e videolaparoscopia

“Será que eu preciso mesmo de cirurgia?”

Nem sempre. Muitas vezes o melhor caminho é tratar com remédios, ajustar a alimentação ou acompanhar de perto. A cirurgia só é indicada quando é a melhor opção para você, e o plano de acompanhamento continua mesmo que você não precise operar.

O plano continua sem cirurgia

“É particular, e eu tenho plano de saúde.”

O atendimento é organizado em um plano de acompanhamento que já inclui a equipe multiprofissional e a cirurgia, quando indicada. Você recebe a proposta por escrito antes de decidir, com recibo e relatório para pedir reembolso, e a equipe ajuda a verificar o que o seu plano de saúde cobre.

Proposta por escrito antes de decidir

“Vou ter que trocar de médico?”

Não. Você continua com o oncologista, o gastroenterologista e os médicos que já acompanham você. Eu converso com todos para que sigam o mesmo plano, e você não precisa ser o mensageiro entre eles.

Relatório a cada etapa

“E se acontecer alguma coisa depois da alta?”

Você não fica sozinho em casa. A equipe faz o primeiro contato em até 24 horas depois da alta e acompanha você nas semanas seguintes. Você sabe com quem falar e o que observar. Em uma urgência, procure o pronto-socorro ou ligue 192.

Contato em até 24 horas após a alta

“Vou demorar para conseguir uma consulta.”

Quem tem diagnóstico ou suspeita de câncer é atendido em até 3 dias úteis, e as demais doenças em até 5 dias úteis. No WhatsApp, a resposta vem em até 2 horas úteis, por uma pessoa da equipe.

Até 3 dias úteis para câncer

“Moro em outra cidade.”

Atendo pacientes de Anápolis e de toda a região. A teleconsulta funciona para todo o Brasil, inclusive para revisar exames antes da consulta e no acompanhamento depois da cirurgia.

Teleconsulta para todo o Brasil

“Não posso ficar muito tempo parado.”

Nas cirurgias por vídeo de vesícula e hérnia, a alta costuma ser no mesmo dia ou no dia seguinte, e as atividades leves voltam em uma a duas semanas. Nas cirurgias maiores, o retorno ao trabalho é planejado com você desde o início.

Alta em geral em 1 dia nas cirurgias por vídeo

“Tenho vergonha de falar dos meus sintomas.”

Sangue nas fezes, mudança no intestino, gases, refluxo: é disso que eu trato todos os dias. A consulta é sem pressa, sem julgamento e com sigilo médico. Falar cedo é o que permite tratar cedo.

Sigilo médico e consulta sem pressa

Meus compromissos com você

O que você pode esperar, com prazo e por escrito.

Quem convive com dor, com um diagnóstico difícil ou com uma cirurgia pela frente não pode ficar sem resposta. Por isso o meu atendimento tem compromissos claros, do primeiro contato aos anos de seguimento.

  • Até 3 dias úteis

    Primeira consulta para quem tem diagnóstico ou suspeita de câncerPara as demais doenças do aparelho digestivo, em até 5 dias úteis.

  • Até 2 horas úteis

    Resposta no WhatsApp por uma pessoa da equipeSem robô e sem fila de mensagens sem resposta.

  • Por escrito

    Plano de acompanhamento e valor total, depois da consultaVocê leva para casa, mostra à família e decide com calma.

  • Até 24 horas

    Primeiro contato depois da alta hospitalarE telemonitoramento nas semanas seguintes.

  • A cada etapa

    Relatório ao médico que acompanha vocêOncologista e médico que encaminhou ficam sempre informados.

  • Por anos

    Calendário de seguimento definido desde o inícioVocê sabe quais consultas e exames virão, e por quê.

O plano de acompanhamento

Você entra em um plano de cuidado. A cirurgia, quando é preciso, faz parte dele.

O objetivo é cuidar da sua saúde ao longo de todo o caminho. Por isso o atendimento é organizado em um plano de acompanhamento particular, com a equipe multiprofissional e o procedimento cirúrgico incluídos, e com o valor total claro desde o início.

O que o plano inclui

  • Consultas e retornos com o Dr. Diogo, em todas as etapas.
  • Equipe multiprofissional: nutrição, fisioterapia e psicologia.
  • Pré-habilitação nas semanas antes da cirurgia.
  • O procedimento cirúrgico, quando ele for indicado.
  • Telemonitoramento e controle de sintomas depois da alta.
  • Conversa com os outros médicos que acompanham você, como gastroenterologista e oncologista.
  • Seguimento organizado pelo tempo combinado no plano.

E se eu não precisar operar?

O plano continua. Muitas vezes o melhor caminho é tratar com remédios, ajustar a alimentação, acompanhar de perto ou, no câncer, fazer quimioterapia antes. A cirurgia só entra quando ela é a melhor opção para você, e essa decisão é tomada junto com você e, quando for o caso, com o seu oncologista.

É por isso que o atendimento é pensado como acompanhamento: o compromisso é com a sua saúde, do diagnóstico ao seguimento.

  1. A primeira consulta

    É uma avaliação particular. Você recebe recibo e relatório médico para pedir reembolso ao seu plano de saúde, se o seu contrato prevê.

  2. A proposta do plano, por escrito

    Depois da avaliação, você recebe por escrito o plano de acompanhamento indicado para o seu caso: o que inclui, por quanto tempo e o valor total.

  3. Ajuda com o seu plano de saúde

    A equipe ajuda você a verificar o que o seu plano de saúde cobre no seu caso e quais documentos são necessários para o reembolso.

  4. Você decide sem pressão

    Com tudo por escrito, você compara as opções com a família e decide no seu tempo.

A primeira consulta

Como é, o que levar e com o que você sai.

Saber o que vai acontecer diminui a ansiedade. Esta é a consulta em que tudo começa.

Como é

  • Presencial, com cerca de 60 minutos, sem pressa.
  • Conversa sobre a sua história, os sintomas e o que mais preocupa você.
  • Exame físico completo.
  • Um familiar pode acompanhar, e quem mora longe pode participar por vídeo.

O que levar

  • Exames de imagem com os laudos: tomografia, ressonância ou ultrassom.
  • Endoscopia ou colonoscopia, com o resultado da biópsia.
  • Exames de sangue recentes.
  • Lista dos remédios que você usa.
  • Relatórios de outros médicos, se tiver.

Com o que você sai

  • A doença explicada em palavras simples.
  • O plano de cuidado por escrito, com os próximos passos.
  • Os pedidos dos exames que faltam.
  • A proposta do plano de acompanhamento, por escrito.
  • O contato da equipe para qualquer dúvida.
Enviar meus exames antes da consulta

Com os exames em mãos antes, a equipe já organiza o que falta e prioriza os casos mais urgentes. Tudo é tratado com sigilo médico, de acordo com a LGPD.

Sinais de alerta

Seus sintomas pedem uma avaliação?

Marque o que você ou alguém próximo está sentindo há mais de algumas semanas. A maioria das causas é tratável, mas nenhuma deve ser ignorada.

Procure o pronto-socorro agora se houver dor muito forte, vômitos que não param, febre alta, sangramento intenso ou barriga inchada sem eliminar gases. Ligue 192 (SAMU).

Nas últimas semanas:
Marque acima o que está acontecendo.

A orientação aparece aqui.

Esta lista é educativa e não substitui uma consulta médica.

Guia das doenças e cirurgias

Sintomas, quando operar e como é a recuperação.

Respostas para as dúvidas mais comuns sobre as doenças do aparelho digestivo que eu trato em Anápolis. Toque em cada uma para ler.

Doenças do aparelho digestivo

Pedra na vesícula (colelitíase)

Cirurgia: colecistectomia por videolaparoscopia
O que é
Pequenas pedras que se formam na vesícula biliar, o órgão que guarda a bile usada na digestão da gordura.
Sintomas
Dor na parte de cima da barriga, do lado direito ou no meio, principalmente depois de refeições gordurosas, com enjoo e estufamento. Muitas pessoas não sentem nada e descobrem no ultrassom.
Quando operar
Quando há crises de dor ou complicações, como inflamação da vesícula (colecistite), pancreatite ou pele amarelada. Para quem não tem sintomas, a decisão é individual e conversada na consulta.
Cirurgia e recuperação
A vesícula é retirada por vídeo, com pequenos cortes. Em geral a alta é no mesmo dia ou no dia seguinte, as atividades leves voltam em uma a duas semanas e o esforço físico em cerca de um mês. É possível viver bem sem a vesícula.

Hérnia inguinal (na virilha)

Cirurgia: hernioplastia inguinal com tela, por vídeo ou aberta
O que é
Parte do conteúdo da barriga passa por um ponto fraco da parede abdominal, na região da virilha. É mais comum em homens.
Sintomas
Um caroço na virilha que aparece ao fazer força ou ficar de pé e some ao deitar, com dor ou sensação de peso.
Quando operar
A hérnia não fecha sozinha e tende a crescer. A cirurgia evita o encarceramento, quando a hérnia fica presa. Dor forte, caroço endurecido que não volta e vômitos pedem pronto-socorro.
Recuperação
Em geral a alta é no mesmo dia ou no dia seguinte. Caminhar é liberado logo, e carregar peso e fazer esforço voltam depois de algumas semanas, conforme a orientação.

Hérnia umbilical e hérnia incisional

Cirurgia: hernioplastia umbilical ou incisional, com tela quando indicado
O que é
A hérnia umbilical aparece no umbigo. A incisional surge na cicatriz de uma cirurgia anterior.
Sintomas
Abaulamento no umbigo ou na cicatriz, que aumenta com esforço, tosse ou ao ficar de pé, às vezes com dor.
Quando operar
Quando causa dor, cresce ou há risco de encarceramento. Parar de fumar e controlar o peso e o diabetes antes da cirurgia melhora o resultado, principalmente nas hérnias incisionais.
Recuperação
Hérnias pequenas têm recuperação rápida. As maiores pedem mais cuidado nas primeiras semanas, e a orientação é feita caso a caso.

Refluxo e hérnia de hiato

Cirurgia: fundoplicatura por videolaparoscopia
O que é
No refluxo, o conteúdo do estômago volta para o esôfago. Na hérnia de hiato, parte do estômago sobe para o tórax, o que facilita o refluxo.
Sintomas
Azia, queimação, alimento voltando para a boca, tosse e rouquidão, que pioram ao deitar.
Quando operar
A maioria melhora com mudança de hábitos e remédios. A cirurgia é considerada quando os sintomas continuam apesar do tratamento, quando há complicações ou uma hérnia de hiato grande. Endoscopia, pHmetria e manometria ajudam a decidir.
Recuperação
Nas primeiras semanas a alimentação é pastosa e em pequenas porções, com retorno gradual ao normal.

Apendicite

Cirurgia: apendicectomia por videolaparoscopia
O que é
Inflamação do apêndice, uma pequena estrutura ligada ao intestino grosso.
Sintomas
Dor que começa no meio da barriga e desce para o lado direito, com febre, enjoo e falta de apetite.
O que fazer
É uma urgência: procure o pronto-socorro. O tratamento costuma ser cirúrgico.
Recuperação
Por vídeo, a maioria dos pacientes recebe alta em poucos dias.

Diverticulite

Cirurgia: colectomia (retirada de parte do intestino), quando indicada
O que é
Inflamação dos divertículos, pequenas bolsas que se formam na parede do intestino grosso.
Sintomas
Dor na parte de baixo da barriga, geralmente do lado esquerdo, febre e mudança no funcionamento do intestino.
Quando operar
A maioria das crises melhora com remédios e dieta. A cirurgia é indicada em crises repetidas que atrapalham a vida, em complicações como abscesso, fístula ou estreitamento, e na perfuração, que é urgência.
Recuperação
Sempre que possível a cirurgia é feita por vídeo. O tempo de recuperação depende de cada caso.

Obstrução intestinal

Tratamento clínico ou cirúrgico, conforme a causa
O que é
Um bloqueio na passagem do intestino, causado por aderências de cirurgias anteriores, hérnias ou tumores.
Sintomas
Barriga inchada, cólicas, vômitos e parar de eliminar gases e fezes.
O que fazer
É uma urgência: procure o pronto-socorro. Muitos casos melhoram sem cirurgia, outros precisam de operação, e a causa sempre deve ser investigada.

Câncer do aparelho digestivo

Câncer de estômago

Cirurgia: gastrectomia parcial ou total
Sinais de alerta
Má digestão que não passa, dor na parte de cima da barriga, sensação de estômago cheio com pouca comida, perda de peso, anemia e fezes escuras.
Diagnóstico
Endoscopia com biópsia e tomografia para saber a extensão da doença (estadiamento).
Tratamento
A cirurgia é a base do tratamento nas fases iniciais e intermediárias, muitas vezes com quimioterapia antes e depois, decidida junto com o oncologista.
Depois da cirurgia
A alimentação muda: refeições menores e mais frequentes, acompanhamento nutricional e reposição de vitaminas, conforme o caso.

Câncer de intestino (colorretal) e de reto

Cirurgia: colectomia e retossigmoidectomia, por vídeo quando possível
Sinais de alerta
Sangue nas fezes, mudança no funcionamento do intestino, anemia, perda de peso e dor na barriga.
Prevenção
A colonoscopia encontra e retira pólipos antes que virem câncer. Em geral é indicada a partir dos 45 a 50 anos, ou antes se houver casos na família.
Tratamento
A cirurgia retira a parte do intestino afetada. No câncer de reto, pode haver quimioterapia e radioterapia antes. Em alguns casos é preciso uma bolsa (ostomia), muitas vezes temporária, e isso é explicado com calma antes da cirurgia.
Chances de cura
Quando descoberto cedo, o câncer de intestino tem altas chances de cura.

Câncer de esôfago

Cirurgia: esofagectomia
Sinais de alerta
Dificuldade para engolir que vai piorando, dor ao engolir e perda de peso.
Tratamento
Costuma combinar quimioterapia, às vezes radioterapia, e cirurgia. É uma operação de grande porte, em que a pré-habilitação e a nutrição fazem muita diferença na recuperação.

Câncer de pâncreas

Cirurgia: duodenopancreatectomia (cirurgia de Whipple) ou pancreatectomia
Sinais de alerta
Pele e olhos amarelados, urina escura, perda de peso, dor na barriga ou nas costas e diabetes que aparece de repente.
Tratamento
Quando o tumor pode ser retirado, a cirurgia é parte central do tratamento, junto com a quimioterapia. Os exames de imagem mostram com cuidado se a cirurgia é possível.

Tumores do fígado e das vias biliares

Cirurgia: hepatectomia e cirurgias das vias biliares
O que inclui
Tumores que começam no fígado, metástases no fígado de outros tumores, como os de intestino, e tumores das vias biliares.
Sinais de alerta
Muitas vezes não há sintomas e o tumor é descoberto em um exame. Podem surgir pele amarelada, coceira e perda de peso.
Tratamento
Em casos selecionados, retira-se parte do fígado. Metástases de intestino no fígado podem ser operadas com boas chances de controle da doença. A decisão é tomada junto com o oncologista.

Conteúdo médico escrito e revisado pelo Dr. Diogo Milioli, cirurgião do aparelho digestivo, CRM-GO 22254, RQE 16540. Atualizado em outubro de 2026. As informações são educativas e não substituem uma consulta.

Dr. Diogo Milioli com a esposa, Dra. Lídia Milioli, e as filhas Alice e Júlia em uma festa junina
Com a Lídia, a Alice e a Júlia.

Sobre

Cirurgião, e médico do paciente inteiro.

Opero pensando no dia em que você vai voltar a almoçar com a sua família. É para isso que existe todo o resto do cuidado.

Sou cirurgião do aparelho digestivo. Opero e acompanho pacientes com doenças da vesícula, hérnias, refluxo e doenças do intestino, e opero também o câncer do aparelho digestivo, com mais de 500 cirurgias para câncer entre as mais de 1.500 que já realizei. Coordeno a equipe de cirurgia oncológica do Hospital Evangélico Goiano, em Anápolis, e sou médico militar da Força Aérea Brasileira.

Sou casado com a Dra. Lídia Milioli, médica paliativista, e pai da Alice e da Júlia. Juntos criamos o Instituto Milioli, para cuidar de cada paciente como gostaríamos que cuidassem da nossa família.

  • GraduaçãoMedicina na Universidade Federal de Ouro Preto, há 12 anos
  • ResidênciaCirurgia geral na Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte
  • Pós-graduaçãoCirurgia do aparelho digestivo oncológico
  • AtuaçãoCirurgia do aparelho digestivo, videolaparoscopia e oncologia digestiva
  • HojeCoordenador da cirurgia oncológica do Hospital Evangélico Goiano e médico militar da FAB
  • SociedadesMembro do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD)

CRM-GO 22254 · RQE 16540 · Confira o registro no CFM · @dr.diogomilioli

Dr. Diogo Milioli em entrevista em estúdio de rádio

Vídeos

Informação clara, também fora do consultório.

No Instagram, publico vídeos curtos sobre as doenças do aparelho digestivo, os sinais de alerta, o preparo para a cirurgia e a recuperação. Também falo desses temas em entrevistas e aulas.

Para médicos e equipes

Encaminhe seu paciente.

Avaliação cirúrgica, pré-habilitação e acompanhamento de pacientes com câncer e doenças do aparelho digestivo. Seu paciente segue com você, e eu mantenho você informado sobre cada decisão do plano.

  • Prioridade de agenda para pacientes com diagnóstico de câncer.
  • Relatório para você depois da consulta, da cirurgia e a cada mudança no plano.
  • Discussão do caso por telefone ou WhatsApp, de médico para médico.
  • O paciente volta para você para o tratamento clínico e o acompanhamento que já fazem juntos.

Onde atendo

Cirurgião do aparelho digestivo em Anápolis, e a distância quando precisar.

Consultório em Anápolis

Gastromed · Rua 5, nº 16, Cidade Jardim, Anápolis-GO, CEP 75053-520

Segunda a sexta, das 8h às 18h

Ver no mapa e traçar rota

Hospital Evangélico Goiano

Anápolis · onde coordeno a equipe de cirurgia oncológica

Teleconsulta

Para todo o Brasil, inclusive no acompanhamento depois da cirurgia

Atendo pacientes de Anápolis e de cidades da região, como Goianápolis, Nerópolis, Abadiânia, Alexânia, Pirenópolis, Corumbá de Goiás, Silvânia, Petrolina de Goiás e Campo Limpo de Goiás.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre cirurgia do aparelho digestivo.

Sobre a especialidade e as cirurgias

Qual a diferença entre gastroenterologista e cirurgião do aparelho digestivo?

O gastroenterologista diagnostica e trata as doenças digestivas com remédios e exames, como a endoscopia. O cirurgião do aparelho digestivo, também chamado de gastrocirurgião, avalia e opera o esôfago, o estômago, o intestino, o fígado, a vesícula, as vias biliares e o pâncreas, e acompanha o paciente antes e depois da cirurgia. Os dois costumam trabalhar juntos.

Quais cirurgias você faz?

Cirurgias do aparelho digestivo em geral, como vesícula, hérnias, refluxo, apendicite e doenças do intestino, a maioria por videolaparoscopia, e cirurgias para câncer de estômago, intestino, reto, esôfago, pâncreas, fígado e vias biliares. Veja o que eu trato.

Você opera câncer do aparelho digestivo?

Sim. Como cirurgião do aparelho digestivo, opero tumores do esôfago, estômago, intestino, reto, fígado, vias biliares e pâncreas, e já realizei mais de 500 cirurgias para câncer. O tratamento é sempre planejado junto com o oncologista e, quando necessário, com o radioterapeuta.

A cirurgia por vídeo (videolaparoscopia) é melhor que a cirurgia aberta?

Na maioria das cirurgias de vesícula, hérnia, apêndice e intestino, a videolaparoscopia permite cortes menores, menos dor e recuperação mais rápida. Algumas cirurgias grandes ou casos específicos ainda pedem a cirurgia aberta. A melhor técnica para você é explicada na consulta.

Posso ficar com pedra na vesícula sem operar?

Quem não tem sintomas pode, em muitos casos, apenas acompanhar. Quem já teve crises de dor ou complicações costuma ter indicação de cirurgia, porque as crises tendem a voltar e podem causar inflamação da vesícula ou pancreatite.

A hérnia pode sumir sozinha?

Não. A hérnia não fecha sozinha e costuma crescer com o tempo. Cintas e repouso não corrigem a hérnia. A cirurgia é a forma de tratamento, e o melhor momento para operar é conversado na consulta.

O que é pré-habilitação?

É a preparação do corpo nas semanas antes da cirurgia: nutrição, exercícios para fôlego e força, controle de doenças como diabetes e pressão alta, e apoio para parar de fumar. Quem chega mais preparado costuma ter menos complicações e se recuperar mais rápido.

Em caso de câncer, vou precisar de quimioterapia?

Depende do tipo de tumor, da fase da doença e do resultado da biópsia. Explico cada possibilidade desde a primeira consulta e decido junto com o oncologista, para você saber o que esperar.

Câncer do aparelho digestivo tem cura?

Muitos têm, principalmente quando descobertos cedo. As chances dependem do tipo de tumor e da fase da doença, e são explicadas com clareza na consulta, junto com o plano de tratamento.

Quando devo fazer colonoscopia?

Em geral, a partir dos 45 a 50 anos, mesmo sem sintomas. Quem tem casos de câncer de intestino na família ou sinais como sangue nas fezes deve conversar com o médico para fazer antes.

Recuperação

Quanto tempo vou ficar internado?

Depende da cirurgia. Nas cirurgias de vesícula e de hérnia por vídeo, a alta costuma ser no mesmo dia ou no dia seguinte. Nas cirurgias para câncer, a internação é de alguns dias. O tempo previsto para o seu caso é informado antes.

Quando posso voltar a trabalhar, dirigir e fazer exercícios?

Nas cirurgias por vídeo de vesícula e hérnia, em geral as atividades leves voltam em uma a duas semanas e o esforço físico em cerca de um mês. Nas cirurgias maiores, o retorno é planejado com você e com a fisioterapia.

O que comer depois da cirurgia de vesícula?

Nos primeiros dias, comida leve e com pouca gordura. Depois, a maioria das pessoas volta à alimentação normal aos poucos. As orientações detalhadas são passadas na alta.

Como funciona o acompanhamento depois da alta?

Nas primeiras semanas, fazemos contato frequente para saber da dor, da alimentação, do intestino e da ferida. Se algo mudar, ajustamos o cuidado e, se preciso, marcamos uma consulta. Em uma urgência, procure o pronto-socorro ou ligue 192 (SAMU).

Atendimento, prazos e custos

Quanto tempo demora para conseguir a primeira consulta?

Pacientes com diagnóstico ou suspeita de câncer são atendidos em até 3 dias úteis, e os demais em até 5 dias úteis. Envie seus exames pelo WhatsApp para a equipe priorizar o seu caso.

Preciso de encaminhamento para consultar?

Não. Você pode agendar direto pelo WhatsApp ou por telefone. Se tiver exames ou um encaminhamento, traga para a consulta.

Já tenho cirurgia marcada com outro médico. Posso conversar com você?

Sim. Uma segunda opinião é um direito seu e ajuda a decidir com mais segurança. Reviso os exames, explico o que encontrei e, se fizer sentido, converso com o médico que já acompanha você.

O acompanhamento substitui os outros médicos?

Não. Trabalho junto com a equipe que já acompanha você e converso com todos para que sigam o mesmo plano.

Você atende quem mora em outra cidade?

Sim. Faço teleconsulta para todo o Brasil e acompanhamento a distância, e atendo presencialmente em Anápolis.

Atende por convênio?

O atendimento é particular. Você recebe recibo e relatório para pedir reembolso ao plano, e a equipe ajuda a verificar o que o seu plano cobre no seu caso. Depois da avaliação, você recebe por escrito a proposta do plano de acompanhamento, com a equipe multiprofissional e a cirurgia, quando indicada, incluídas. Veja o que o plano inclui.

Por que o atendimento é particular?

Para ter o tempo que esse cuidado exige: consultas sem pressa, contato próximo depois da alta, conversa com os outros médicos e seguimento por anos. É esse acompanhamento que faz diferença no resultado e na sua qualidade de vida.

Se eu precisar operar, a cirurgia é cobrada à parte?

Quando a cirurgia é indicada, o procedimento faz parte do plano de acompanhamento, junto com a equipe multiprofissional e o seguimento. Tudo aparece na proposta por escrito antes de qualquer decisão.

Quanto custa uma cirurgia de vesícula ou de hérnia?

O valor depende do tipo de cirurgia e do seu caso. Depois da avaliação, você recebe por escrito a proposta do plano de acompanhamento, com a cirurgia, a equipe e os retornos incluídos, e orientações para pedir reembolso ao seu plano de saúde.

Comece pela conversa

Vamos traçar o seu caminho juntos?

Conte o diagnóstico, os exames que já fez e o que mais preocupa você hoje. Respondemos de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Prefere ligar? (62) 99265-1623

Retrato do Dr. Diogo Milioli com laço rosa na lapela
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